Old Dragon - Galerinha

A Mansão Chell - Parte 2
Onde uma dívida é contraída

Ouvindo barulhos de dentro da casa enquanto montava guarda com Delyth e Nilbog Comegatos, Yusuke Suzuki vai verificar o que aconteceu. Levando o goblin consigo, o oriental se aproxima dos jardins traseiros da casa e encontra a porta aberta, com o fétido odor de carniça e mofo.

Quando percebe, Nilbog havia sumido. Procurando pelo goblin, achando que ele teria tomado a oportunidade para fugir, aproxima-se do labiríntico jardim quando toma um susto. De dentro de uma das cercas-vivas, Nilbog surge com um gato morto entre os dentes.

Tomadas as devidas precauções, ambos adentram a Mansão Chell, para encontrar o resto da Guilda da Curtição limpando as armas e debatendo os próximos passos.

A Maldição de Cuthach

A Guilda começa a vasculhar a entrada, com quadros de nobres e outras personalidades e com bastante sangue seco no chão e móveis para encontrar a porta da frente fechada. Enquanto isso, Yusuke procurava por armadilhas na escada do salão principal. Vanael resolve o problema da porta usando a técnica de Baden Urquell: é melhor quebrar tudo.

Bastian e Yusuke tomam a dianteira subindo as escadas, quando se encontram cercados por mais empregados da mansão transformados em zumbis. Na luta que se segue, Yusuke pula das escadas puxando o halfling tentando fugir da armadilha em que caíram. O resto da Guilda corre para ajudá-los, quando uma figura em robe vermelho, com a estrela de oito pontas,, usando uma máscara, aparece na sacada do segundo andar e começa um encantamento.

Baden corre para enfrentá-lo, com seu ódio por magos, enquanto Q’Dor enfrenta um zumbi anão no topo das escadas e Muriel ajuda uma debilitada Latiffa Laqüiin a descer as escadas. O feiticeiro, mesmo com uma flecha cravada em sua mão por Vanael, completa sua magia e uma onda de terror desce sobre a Guilda, com joelhos tremendo e armas aos pés. Apenas Baden consegue manter a compostura.

As flechas de Vanael e Yusuke chovem sobre o mago e quando ele ia terminar seu outro encantamento, a espada bastarda de Baden o perfura. Seu corpo é levantado e sua máscara cai, revelando um rosto retorcido e cheio de pústulas. Baden pega a máscara como espólio aos protestos de Muriel.

A maga compreendera as ordens de sua mestra, Lady Ofélia. A máscara era o item que procurava na mansão. Porém, Baden não ouve os apelos de Muriel e se entrega ao poder dominador da Máscara de Cuthach e é dominado pelo feiticeiro.

Yusuke consegue agarrar o guerreiro possuído e Vanael o amarra firmemente. Imobilizado e sem poder conjurar suas magias, Q’Dor desce as escadas arrastando o prisioneiro. Encontram na entrada da mansão Chell com uma cena sangrenta.

Delyth coberta de sangue, com o braço machucado e segurando a espada com a mão errada, respirando com dificuldade e cinco guerreiros caídos. Um deles, ainda vivo, revela que foram mandados pelos Teócrates pra vingar a morte do Barão Felks Teocrates. Q’Dor termina com a vida do soldado. A guilda segue para Belars.

Resolvendo um problema e arranjando outro

Quando chegam em Belars, encontram o tenente James Trevor que os indica para o templo de Vahlar, para encontrarem o sacerdote Kostacus Emocer. Aos apelos de Latiffa, o sacerdote realiza o ritual de exorcismo para remover a possessão de Cuthach e recupera os membros da guilda, debilitados pelos encontros com zumbis. Muriel recupera a máscara e a guarda protegida por um pano.

Porém, o sacerdote exige um pagamento pelos serviços. A guilda, sem ter dinheiro disponível, e ainda com a tentativa de roubo ao templo por Yusuke, que falhou e deixou-se perceber, acaba com o ladrão e a clériga sob um geas de Emocer: deveriam recuperar a jóia O Coração de Drakhan da Torre Invertida na Floresta Negra.

Vanael e Bastian, percebendo que não conseguiriam pagar Elannus da Guilda dos Ladrões de Hamming a tempo, decidem deixar o resto do pagamento que deviam para Delyth entregar, já que não conseguiram as glândulas de Centopeia Gigante a tempo.

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A Mansão Chell - Parte 1
Onde uma invasão começa mal

Em Hamming, Vanael, Bastian e Q’Dor seguem para a guilda de ladrões para se reabastecerem de suprimentos, enquanto Muriel cuida de Latiffa Laqüiin na estalagem.

São recebidos por um homem de cabelos cacheados e voz suave: Elannus, o vendedor de “condimentos” e “temperos”. Q’dor acaba comprando com Boldrin, o anão ferreiro da guilda, um broquel, para surpresa do anão que não vê muito sentido em um guerreiro que anda com um escudo de corpo ter um pequeno broquel.

Comentando sobre a mansão a que iam verificar a pedido de Muriel, Elannus lembra da mansão Chell, à beira de Belars. Presumindo que fosse a mesma mansão a que foram ordenados pela mestra de Muriel, Lady Ofélia, descobrem que é a morada de Kardin Tarik, um comerciante muito rico, que a havia adquirido do falecido lorde de Belars. O suave homem comenta também sobre rumores de acontecimentos nas Terras Marginais

O mal residente na mansão

No dia seguinte, partem em direção a Belars. A viagem é tranquila e em dois dias chegam aos arredores da cidade. Uma neblina se instala pela manhã, prejudicando um pouco a vista. Avistam uma mansão de pedra, com um jardim à frente, já um pouco descuidado e com as janelas da casa todas cerradas.

Nilbog Comegatos e Delyth montam guarda com os cavalos e a carroça na entrada da mansão. O ágil Bastian estuda a casa, procurando alguma entrada e sugere tentarem a entrada aos fundos, provavelmente reservada aos empregados. Porém, o próprio ladrão é pego por uma armadilha mágica que o faz adormecer. Muriel lembra-se dos ensinamentos na Torre da Magia de Lady Ofélia e consegue resistir ao encanto. O pequenino é carregado por Q’dor e a maga toma a dianteira e invade a casa, com um odor de carne podre.

Ao adentrar a cozinha, Muriel é pega de surpresa por três dos empregados da casa e acaba sendo mordida. Estavam o cozinheiro e dois empregados com suas peles caindo e carne apodrecendo, mortos mas ainda andando. A maga escapa da fome das criaturas e Q’dor põe-se a bloquear a porta. Porém, ao decidirem dar cabo das criaturas, quebra a frágil porta, já enfraquecida pelos mortos-vivos e acaba debaixo deles, que o atacam sem piedade. O guerreiro se protege com seu escudo de corpo, escapando de sua fome abissal.

Após a luta contra os mortos, dão continuidade à exploração da masmorra, abrindo as janelas para entrar luz e buscando um item que a própria Muriel desconhece a forma ou utilidade. Chegam ao salão principal da mansão Chell e Muriel se lembra das histórias sobre Tarik ser um comerciante inescrupuloso e colecionador de artefatos surrupiados de reinos caídos e tumbas abertas.

As pinturas e tapeçarias nas paredes, juntamente com a luz verde que desce da abóbada de vidro esverdeado, acabam os distraindo. Há um quadro do antigo senhor da mansão, Bodrik Jaggerfar, um nortista que acabou sem recursos e vendeu o lugar a Tarik, tendo sido morto na invasão volstagradiana posteriormente. Uma tapeçaria mostra a luta de Sir Valérius contra um dragão. Outra contém os símbolos dos deuses da ordem.

Os olhos de Vanael percebem na baixa luminosidade uma movimentação além do corredor principal. Vindo pelo tapete carmesim, dois guardas usando cotas de malha e tabardos carmesins com uma estrela de oito pontas, desprovidos de sua vontade e vida, avançam com ferocidade sobre a Guilda da Curtição.

Muriel dispara seus mísseis mágicos sobre as criaturas e Q’dor e Latiffa colocam-se em carga para encontrá-los. Q’dor usa seu escudo para enviar uma das criaturas, já atingida pela magia da maga e pela flecha do elfo, de encontro a um archote na parede, encerrando sua não-vida. A clériga usa sua poderosa maça para levantar o outro zumbi com um potente golpe, fazendo a criatura não mais mover-se, com um pedaço da madeira do teto atravessando-lhe o cérebro.

Bastian acorda sem entender a cena que via, enquanto seus companheiros trocavam olhares confiantes e destemidos.

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A chamada ao leste
Onde não há tempo para descanso

E mal tinham sido apagados os focos de incêndio em Passo do Carvalho, ainda havia a possibilidade das hostilidades não acabarem com a chegada das tropas de Conde Kahrn e de Portão do Inverno, comandada por Arthur Kälte. Ambos os líderes trocaram farpas e aos olhos da Guilda da Curtição, parecia que se conheciam de antes da guerra. Felizmente, não houve mais problemas. Kahrn pediu desculpas em nome do rei Isaris Kestantides pelo comportamento do Barão Felks Teocrates e que as fronteiras com os Reinos Setentrionais seriam respeitadas.

Novas e velhas buscas

Kahrn reconhece o trabalho da Guilda da Curtição no salvamento dos cidadãos de Passo do Carvalho e os convida a retornarem à cidade de Belars , pois os problemas nas Terras Marginais estavam aumentando e precisava da ação deles. Com os problemas causados por Felks, ele ficaria responsável por pacificar a região de Belars, tendo que lidar com os focos de revolta em Piolt e Rivels, a criminalidade descontrolada em Hamming.

O guerreiro revela ainda que a situação em Volstagrad também não anda bem, com o rei Isaris Kestantides tendo que lidar com pequenas revoltas na capital Lariana. O povo, cansado das guerras e com fome, antes apoiador das invasões a Belars e Asgariard, agora está se tornando contra. O front contra Asgariard, onde Kahrn preferia estar mas havia sido afastado após a conquista de Belars, enfrenta problemas.

Antes do conde partir, o elfo Vanael aproveita para perguntar quem comandou o ataque a Daenor e os motivos do ataque. Tudo o que ele sabia era que foi um saque em busca de armas e magias élficas, comandado por um homem risonho, Chimay Urquell. Baden Urquell o reconhece como um dos magos de sua família com quem não se dava bem.

E finalmente, a pessoa que Latiffa Laqüiin procurava aparece: Phus Bearern, o druida de Passo do Carvalho. Ele se revela como o corvo que os guiou para fora de Passo do Carvalho, em direção às ruínas de Kurfalduhr, onde os goblins estavam reunidos. O druida reconhece em Latiffa o potencial para ser uma druidisa, citando a linhagem sanguínea da clériga que a daria a facilidade de vestir a pele de animais, mas que ainda não estava pronta.

Perguntado sobre os sonhos proféticos de Yusuke Suzuki, os olhos do druida se abrem. É possível notar que pensamentos muito rápidos lhe passavam pela alma, como que considerando diversas possibilidades, e sua única resposta, antes de tomar a forma de um corvo e deixar a vila, foi: “Procurem o oráculo de Talena, no refúgio élfico de Mae Dringlor.”

Sonhos de Muriel, perigo na viagem

Muriel tem um sonho com sua mestra Lady Ofélia. A maga ordena a sua discípula que visite uma mansão nas cercanias de Belars, onde ela teria que resolver um pequeno problema que poderia ameaçar a região. Sem dar mais detalhes, a mestra permite que a discípula acorde de seu sonho.

Antes de partirem em direção ao sul, Riniades os agradece por tudo que fizeram, mas que os problemas com Volstagrad ainda não estavam resolvidos. Dá a Baden, Vanael e Bastian as últimas armas produzidas por Cruac Dracotemor: uma espada bastarda, um arco reforçado e uma adaga, produzidos com alta qualidade que somente o senhor da Forja do Dragão conseguiria.

O anão Bortur Granito-Protetor despede-se da Guilda, ficando em Passo do Carvalho para começar os trabalhos de exploração das ruínas de Kurfalduhr. A guerreira mercenária Delyth e o novo companheiro de Baden, o goblin Nilbog Comegatos, seguem em viagem.

A viagem em direção a Hamming não ocorre sem problemas: no caminho, são atacados por um bando de nove assaltantes de estrada, dos quais apenas dois conseguem fugir. Mas o pior estaria quando Baden vai ensinar Nilbog a caçar javalis, junto com Latiffa.

Entrando na mata atrás de rastros de javali, acabam se descuidando e quando percebem, estão cercados por mortos-vivos. Os zumbis e esqueletos portam trajes de bandidos de estrada, possivelmente mortos a muito tempo, mas não é possível ter certeza de tais coisas no meio do calor do combate.

Latiffa toca seu apito, chamando a atenção do resto do grupo que havia ficado no acampamento. Quando finalmente conseguem chegar aos três companheiros que haviam partido em caça, encontram um Nilbog caído, com um ferimento grave no peito, causado pela espada de um dos esqueletos, e uma Latiffa quase sem forças, com vários ferimentos de mordida dos zumbis.

Com o último dos mortos-vivos eliminado, fecham os ferimentos de seus companheiros e levantam acampamento em direção a Hamming, chegando à cidade ao final da tarde, cansados.

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A queda do barão
Onde benquistos e malquistos falecem

Um novo dia amanhece e Yusuke Suzuki acorda com uma leve ressaca, tentando colocar em ordem seus pensamentos. A noite de bebidas, e ter perdido no jogo contra a loura alta, o fizeram novamente ter alucinações. Dessa vez, a criança estava um pouco diferente, crescida, mas ainda assim era difícil decifrar suas palavras. Algo sobre um arauto e raízes sendo roídas. Pelo menos já sabia o nome da loira alta: Bithonia Fenia.

O corvo e um resgate

Já era tarde quando Muriel, Baden Urquell, Latiffa LaqüiinVanael e Bastian seguiram para o bosque próximo a Passo do Carvalho à procura do druida Phus Bearern. Viram um corvo partir à leste, acharam bom presságio, pois os corvos são mensageiros dos deuses, segundo os povos que vivem na região.

Acharam estranho que o local estava muito silencioso. O bosque estava lhes dando nos nervos com essa atitude intimidante, como se o mesmo tivesse vida e não os quisesse ali. Sem dificuldades, chegaram ao círculo druídico. Várias pedras estavam alinhadas, algumas em pé, outras deitadas, outras ainda sobre outras. Ali o tempo parecia passar de forma diferente, viram a poeira de seus passos demorar para se assentar, e a adaga arremessada de Bastian pairar no ar, girando em direção a ele, mas sem maiores ameaças.

Eis que um rodamoinho se forma os envolvendo e levantando folhas, tapando sua visão. Latiffa tentou se comunicar com o druida, avisa de suas intenções. O rodamoinho então se encerra, terminando ao centro do círculo druídico, mas apenas o silêncio é sua respostas.

Volta então o corvo e deposita no centro do círculo um olho arrancado de um cadáver. Alça vôo novamente e os Curtidores o seguem.

Enquanto faziam a visita ao círculo, Q’Dor vai ter o ferreiro Cruac Dracotemor. Enquanto conversam, um homem de bigodres loiros chega montado, buscando por Cruac. É Anders, um dos homens de Portão do Inverno, requisitando ajuda para averiguar os ataques às caravanas de suprimentos para os mineiros nas Udrar Kahal. Cruac conta a Q’dor sobre a Canção da Montanha, algo sobrenatural que faz com que os animais evitem a região das Udrar Kahal próxima ao forte Portão do Inverno.

Vanael tinha saído para procurar Bithonia e lhe perguntar sobre o saco de ervas élficas que ela lhe tinha dado na noite anterior. Porém, seu encontro acontece com outro membro de sua raça. Kalarin, um amigo de seus tempos em Daenor lhe avisa do ataque de Volstagrad comandando por um homem risonho, em que saques foram feitos à cidade, mas a mesma não foi ocupada. Entretanto, a princesa havia sido transportada ao refúgio de Mae Dringlor, ao leste. Kalarin pediu para Vanael o encontrar no refúgio assim que possível fosse.

Retornados os membros que foram ao círculo druídico, Latiffa recebe a visita de Moraic do Cercado Sagrado. Seu cavalo, que estava esperando a ajuda do druida Phus, estava curado. Juntam-se com Delyth, Vanael e Q’dor e partem em busca dos indícios dos ataques às caravanas.

Ao final da noite chegam a um ponto onde encontram corpos de homens e goblins, além de destroços das carruagens. Os suprimentos, alguns corpos e cavalos foram arrastados, segundo Vanael. E um grupo de goblins faz um ataque surpresa à guilda! Com pouca dificuldade são despachados.

Vanael e Bastian resolvem fazer uma patrulha à noite para determinar de onde vieram os goblins enquanto os outros levantam acampamento. Seu percurso os leva ao meio aos goblins, e somente trabalhando em grupo, com a guia de Bastian ao usar os escombros como esconderijo e com a visão de Vanael pela luz de Lamare, conseguem passar despercebidos acampamento adentro. Observam que os goblins ergueram uma figura com pedras e haviam invadido alguma ruína na montanha. Retornam para o acampamento com as novidades.

Ao raiar do dia seguinte, prosseguem para o local onde os goblins estavam, mas seus animais se recusam a prosseguir viagem. Q’dor lembra-se da Canção da Montanha e determinam que essa seja a causa. Muriel coloca o anel de ouvir pensamentos animais e sua mente é tomada por um medo tão terrível que deseja sair dali imediatamente. Bastian e Vanael fazem o mesmo e são atormentados pelo terror. É com as sacudidas de Baden que eles se recompõe e, deixando os animais por ali mesmo, partem para enfrentar os goblins.

Em uma tentativa de aproximação, uma pedra jogada por Q’dor para distrair os goblins acaba acertando a estátua grotesca de pedras, que desmorona. Os goblins saem de seu esconderijo nas ruínas e o xamã, revoltado, cobre de seus subordinados que descubram o que aconteceu. Eis que Vanael dispara de seu esconderijo, e a luta começa.

Durante o combate com os goblins, Latiffa conjura as vinhas da terra que os prendem ao chão. Bastian arremessa um pacote de pasta explosiva e fere muitos dos goblins. Com certa resistência dos pequenos monstros, conseguem fazer com que o seu xamã e dois guerreiros fujam para dentro das ruínas e colocam-se em perseguição.

Dentro das ruínas, percebem um anão colocado em um altar sacrificial, abaixo de uma versão melhorada da estátua lá fora. Percebem também que um desmoronamento impede a passagem adiante e tomou a vida de muitos goblins.

Conseguem fazer um dos goblins de prisioneiro, com o xamã morto ao quebrar o pescoço em queda da estátua. O anão liberto se identifica como Bortur Granito-Protetor, um historiador vindo de Pedra Forte nas Gwynapp Nudd para estudar o porquê dos registros da cidadela anã de Kurfalduhr foram apagados e o lugar abandonado. Recuperando sua espada bastarda e escudo, além de uma varinha que estava nos pertencer do xamã, resolvem voltar para Passo do Carvalho.

A Batalha do Carvalho

No caminho de volta para Passo do Carvalho, a Guilda da Curtição observa fumaça à distância. A cidade queimava.

Apressando o passo, percebem que são homens com a insígnia de Volstagrad atacando a cidade, ateando fogo e matando os habitantes. Em um cavalo, circundando o combate, o Barão Felks Teocrates. Vanael e Bastian seguem furtivos para tentar assassinar o barão, enquanto os outros correm para salvar a população.

E é chegando na taverna Olho-Torto que vêem um bando de homens do barão arrastando a jovem Phidna para a praça. Um dos homens arranca sua camisa e o outro prepara para abrir suas pernas. Riniades corre em sua direção, e assim o fazem os Curtidores.

É uma batalha sangrenta. Bortur acaba se ferindo gravemente, Delyth tenta proteger Baden que havia sido mortalmente ferido por um dos homens do barão e divide um deles ao meio a partir da virilha. Com Phidna salva, eles correm para encontrar Bastian e Vanael, que lutavam contra o barão.

De cima de uma das casas de telhado gramado, Bastian e Vanael, escondidos pela altura e pela confusão, observam o ferreiro Cruac Dracotemor enfrentar cinco homens do barão ao mesmo tempo, com um pesado machado de duas mãos. O disparo da besta de Bastian atinge o barão que os percebe no telhado. Procurando a melhor visão, Vanael consegue atingir o cavalo de Felks que o joga ao chão.

Bastian salta entre os telhados e pula em cima do barão, caindo com a espada em sua barriga. Felks o empurra para o lado e acerta com a maça em sua cara. Vanael observa um já muito cortado Cruac ser trespassado no pescoço por um dos homens do barão e cair morto ao chão. Bastian atrai a atenção do barão desviando com graça de seus ataques.

Quando ouvem o som de trombetas, uma tropa de cavalaria de Volstagrad chega do oeste e cavaleiros de Portão do Inverno chegam do norte. Sua surpresa é quando os homens de Volstagrad atacam os homens de Felks, sendo comandados pelo Conde Kahrn. Os olhos de Felks se arregalam e sangue sai de sua boca. Era a flecha de Vanael que tornava breve sua vida.

Kahrn e Arthur Kälte do Portão do Inverno se encontram e discutem. Bastian é reconhecido por Kahrn como tendo participado da conquista de Belars e pelas ações da Guilda da Curtição na região. O conde explica que foi enviado para averiguar a falta de domínio de Felks na região, com os levantes acontecendo na região de Belars e descobriu que Felks tomou a iniciativa não aprovada de tomar Passo do Carvalho por conta das minas de ferro recém descobertas.

Cansados, a Guilda da Curtição se junta para apagar o fogo na taverna Olho-Torto e para cobrir o corpo de Cruac. Terminava aqui uma parte de sua história, mas era só o início de sua lenda.

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Reencontros
Onde uma fuga leva a velhos amigos

Um sopro silencioso no escuro

Com o convite à guilda dos ladrões de Hamming feito por Neme Finório e o fim de sua demanda na Tumba de Nesta, a Guilda da Curtição aproveita um dia de descanso na cidade, embora as condições de abandono da cidade pelas autoridades não permitam que baixem a guarda.

E é durante a noite que esse descanso é perturbado. Após terem deliberado sobre o que fazer, agora que não tinham mais obrigações, sem ter uma definição de para onde seguir, essa dúvida é sanada por uma batida à janela. Vanael, Bastian e Yusuke Suzuki são os primeiros a perceberem. Ao verificarem a janela, Yusuke e Bastian percebem que é um membro da guilda de Neme Finório, um sujeito mascarado e oculto pelo véu da noite. Usando a linguagem de sinais dos ladrões, comunica à Guilda que devem partir imediatamente.

Os membros se encontram na frente da estalagem, tendo se vestido às pressas no meio da madrugada. O tal sujeito se revela uma mulher morena, esguia e baixa. De seus lábios ouve-se a notícia de que homens do Barão Felks, vindo de Belars, estão se aproximando da cidade. Na calada da noite, apenas com Lamare como testemunha, a Guilda parte rumo a Passo do Carvalho, no Vale Invernal.

Reencontros

A viagem até Passo do Carvalho é tranquila em seus dois dias, sem nenhum acontecimento surpreendente. O clima torna-se mais frio, à medida que adentram o Vale Invernal, a vegetação torna-se estranha para aqueles não acostumados com as terras do norte.

A pequena vila mostra seus encantos, os tetos gramados das casas chamam a atenção, as casas de madeiras, grandes para acomodar famílias, as oficinas e lojas construídas nas próprias casas, diferente do ambiente urbano de Belars ou da decadente Hamming. A Forja do Dragão é uma dessas construções que chama sua atenção.

A primeira pausa é feita nos estábulos Cercado Sagrado. Latiffa Laqüiin entrega seu cavalo que quase havia sido morto pelo ogro nas montanhas Udrar Kahal aos cuidados do velho Moraic Conlalson. Baden Urquell, Q’Dor, Muriel, Yusuke e Bastian também deixam suas montarias no Cercado Sagrado e seguem para a Taverna Olho-Torto para descansar.

Q’dor, Vanael e Muriel sentam-se em uma mesa para degustar a refeição oferecida pelo taverneiro Aheal: pato com batatas. Bastian e Yusuke põe-se a aplicar um golpe em dois jogadores com o baralho que havia conseguido com Neme Finório, embora a sorte seja o único fator que os faça sair com mais ouro que entraram naquela partida, tendo suas tentativas de trapacear em conjunto falhado.

Durante a refeição e o descanso na taverna, ouvem rumores sobre uma possível tentativa de invasão de Volstagrad, sobre as minas de ferro descobertas nas Udrar Kahal e sobre a loucura de um clérigo de Krisia no vilarejo de Savih.

Enquanto Baden dava em cima da pequena Phidna, a ajudante da taverna, sendo repreendido por Latiffa, um dos jogadores se irrita e derruba a mesa, com a força de um nortista.

Antes que algo de ruim aconteça, a pele de Yusuke é salva por um rosto familiar: era a mulher loira e alta que acompanhava Neme em Kelt. De poucas palavras e um sotaque muito forte e certa dificuldade em pronunciar o idioma, a loira e Yusuke põe-se a discutir um novo jogo, valendo muito mais que ouro.

E quando Baden tentava uma nova investida em Phidna, a delicada donzela olha esperançosa para a porta, exclamando por seu irmão que acabara de entrar. Eis que os olhos de Latiffa se fixam no homem que entrava: Riniades, o rapaz devoto de Vahlar que salvaram do sacrifício em Belars. Phidna é sua irmã!

Após o reencontro emocionado, Riniades os põe a par do que descobriu vivendo em Passo do Carvalho como ajudante do ferreiro Cruac Dracotemor, d’A Forja do Dragão: as minas descobertas nas Udrar Kahal poderiam ser o que levaria Volstagrad a tentar conquistar o Vale Invernal. Descobriu também que caravanas de suprimentos para os mineiros estão sendo atacadas, suspeitando de agentes volstagradianos, provavelmente homens do Barão Felks.

Quando os clientes da Olho-Torto começam a deixar a defumada taverna, Riniades e sua irmã se despedem dos Curtidores. Um bêbado Yusuke tenta sua sorte com a loira alta. Os outros dirigem-se ao quarto comunal para dormirem com algum conforto na noite fria do Vale Invernal.

Vanael, porém, é parado pela loira em seu caminho para o quarto. Ela lhe entrega uma bolsa com ervas de banho élficas. Antes que consiga perguntar como ela as conseguiu, a loira fecha a porta e volta ao seu jogo com o ladrão oriental.

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A Tumba de Nesta - Parte 4
Onde se chega a uma trégua

Após derrotarem os esqueletos, Bastian ouve o som do tilintar de moedas. Um frio desce suas espinhas e correm para onde estava a arca com as moedas de ouro. Era Yusuke Suzuki que começava a preencher os bolsos com as moedas. Temerosos de que poderia ser uma armadilha, dedicada a corrompê-los como a estátua do deus antigo perto da arca, fazem o ladrão oriental devolver as moedas. Porém, quando Q’Dor percebe a quantidade de moedas na arca, resolvem arriscar levá-la, arrastando todo seu peso até a sala das colunas.

Bastian recupera a mão do homem-lagarto e retorna para abrir a porta com a bocarra. Vendo que é possível passar uma mão sem se ferir nos dentes e detectando uma barra que gira como mecanismo para abrir a porta, o halfling decide usar uma corda amarrada na barra e torcendo-a para abrir a porta à distância. O engenho funciona e a porta leva a uma passagem secreta, acessível por um piso solto na sala das urnas.

A Tumba de Nesta

Q’Dor põe abaixo a porta que Bastian e Yusuke não haviam conseguido abrir com a picareta. Na passagem que se revela, uma escada em descendente ao final chama menos atenção que a solitária moeda de ouro no centro. Com cuidado, Bastian se aproxima para pegar a moeda, tateando em busca de armadilhas. Subitamente, o halfling é pego pelo chão que desaba, mas é salvo no último segundo por Latiffa Laqüiin. O buraco que agora os separa da escada leva ao andar inferior, aonde estava a arca que arrastaram e o esqueleto do explorador anterior. A passagem pelo buraco é facilitada pelo uso de cordas e desbravam a escada.

Eis que finalmente chegam ao lugar de descanso de Nesta. Com certa dificuldade, após examinarem a tumba, conseguem abrir o jazigo de Nesta e são presenteados com a visão de um túmulo vazio, a não ser por algumas pedras preciosas. Ouvem a última gargalhada da masmorra, enquanto procuram em vão por alguma passagem secreta.

Um encontro inesperado

De volta ao salão das teias, resolvem descobrir o que há além do patamar com o homem-lagarto petrificado. Por um corredor tortuoso que sobe pela montanha, acabam por encontrar uma família de kobolds. O macho, Shitzu, consegue falar poucas palavras em comum e conversa com os ladrões de tumba. Havia encontrado ali um novo lugar para morar com sua família, sendo ignorado pelas centopeias gigantes ao lhes atirar comida. Fora expulso de cavernas ao leste quando subiu ao poder um kobold que tinha alianças com um outro ser poderoso que ocupava outras cavernas. Shitzu passa-lhes informações sobre como evitar as centopeias e sobre o estranho braço que sai das rochas ao final do corredor.

A passagem pelas centopeias foi feita simples pelo uso de óleo e do fogo de um tocha, arremessados por Bastian e Q’dor. Em chamas, os insetos buscaram sair do caminho de seus adversários, saindo pelo olho da caveira esculpida na pedra. E logo após as centopeias, encontraram o braço, agora em ossos, que saía de dentro da parede, levemente mineralizado, segurando uma sacola. A prudência se fez mais forte, com medo de serem presos pela rocha, roubando superficialmente o corpo que ali estava preso.

Mas é do lado de fora que vem a surpresa. Ambos os grupos estavam com iluminação denunciando sua presença e se perceberam. Da trilha que subiram, chegavam à entrada da tumba os Filhos de Kelvin, acompanhados pela guerreira Delyth. Aos da Guilda da Curtição, abateu-se a sombra de ter que enfrentar uma breve, porém respeitável companheira. A Guilda se preparou e correu para a sala das colunas, onde estavam seus cavalos e pertences, para defendê-los do saque dos Filhos de Kelvin.

Ofensas são trocadas. Os Filhos de Kelvin avisam do valor posto às cabeças que vieram coletar e o poderoso guerreiro Norrin dos Filhos põe a centopeia usada como bloqueio da porta abaixo com seu machado. Quando invadem, Delyth estaca ao reconhecer aqueles que pouparam sua vida quando poderiam tê-la tirado. “A missão falhou”, ela avisa, e seus incrédulos companheiros põe-se a discutir sua aliança. Baden Urquell coloca-se ao seu lado para apoiá-la, mas as mãos de Mezlo, o Inesperado, colocam ambos os guerreiros em profundo sono.

Kracky, o encapuzado clérigo dos Filhos de Kelvin, convoca as plantas do lugar a obedecerem-lhe e atrapalharem a movimentação dos membros da Guilda. A batalha que se segue traz a tensão do combate em cortes agudos e penetrantes disparos. Mezlo é acertado pelo virote de Bastian e Q’dor o coloca abaixo com o arremesso de sua espada. Norrin, ao ver o companheiro caído, corre em direção ao calvo guerreiro da Curtição e com apenas um poderoso golpe o coloca entre a vida e a morte.

Latiffa acaba colocando o guerreiro ao chão com um certeiro golpe de sua maça nas regiões baixas de Norrin e por pouco escapa dos ataques de Kragor, o anão. Com Kracky já invocando sobre si a proteção de seu deus e arrastando Mezlo para fora, resta ao anão propor uma trégua para que saiam todos com vida. Latiffa e Muriel aceitam a trégua de Kragor, exigindo metade das posses dos Filhos de Kelvin, enquanto tentam impedir que o guerreiro Q’Dor vá encontrar seus antepassados.

Encerrados o dever, a recompensa

Após se recuperarem do combate quase fatal com os Filhos de Kelvin, e agora com Delyth os acompanhando, a Guilda da Curtição viaja com destino a Hamming para encontrar Neme Finório e mostrar-lhe o que recuperaram da tumba de Nesta.

Encontram o homem em sua habitual taverna pequena, provando de uma taça de vinho. Quando lhe contam suas aventuras na tumba de Nesta, sobre o corpo ao lado da arca (que se mostra repleta de moedas de cobre, ao invés do ouro que haviam visto nas dependências da tumba), reconhecido por Neme como um de seus agentes enviados para investigá-la, chama-lhe a atenção o fato do túmulo de Nesta estar vazio.

Neme encara os membros da Guilda da Curtição. Com um sorriso satisfeito, diz-lhes “Só mesmo o maior dos trapaceiros para conseguir enganar a morte”. Uma certa semelhança de seu sorriso com o visto na estátua de Nesta traz um leve arrepio à espinha dos aventureiros, logo quebrado pelo convite de Neme.

“Pelas habilidades que mostraram até agora, só me resta dizer-lhes que são bem-vindos à guilda de ladrões de Hamming”, é o que ele diz ao pressionar um tijolo na parede que revela uma passagem para as profundezas da taverna.

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A Tumba de Nesta - Parte 3
Onde eles quase deixam a tumba

O destino dos sibilantes

Os homens-lagarto ainda estavam do outro lado, separados dos saqueadores de tumbas apenas por uma porta oculta pela estátua do deus dos ladrões, Zohan. Bastian tentou ouvir o que acontecia do outro lado, como os homens-lagarto estavam se organizando, e o que ouviu foi silêncio.

Após deliberarem sobre o que deveriam fazer, se tentariam fugir ou lutar, Bastian seguiu pela passagem para averiguar. Os homens-lagarto, tirando seu companheiro petrificado, não estavam mais lá. Provavelmente fugiram com a explosão causada por Yusuke Suzuki.

Mas eis que o sibilar das criaturas é ouvido em tom de urgência! Retornando das escadarias mais acima, apenas três homens-lagarto em carne corriam com velocidade e em desespero. Latiffa Laqüiin segurava a porta, enquanto Baden Urquell e Vanael se preparavam. Mais atrás, Muriel, segurando seu ferimento se preparava.

Quando os reptilianos chegaram à porta, fecharam às suas caras. Eles batiam e tentavam abri-la de qualquer maneira. Bastian ouviu cliques e claques, um ruído de algo batendo no chão e gritos e sibilos. A porta foi novamente aberta, com os homens-lagarto caindo surpresos ao chão e o petrificado tornado carne novamente. A espada de Baden fez morto um deles e a adaga de Muriel acertou outro no ombro. O restante tentava abrir caminho arranhando e mordendo, mas Latiffa fechou a porta com tanta violência, ao ver a centopeia gigante que se aproximava ao final da escada, que decapitou o sibilante morto por Baden e arrancou o braço do outro.

Bastian resolveu acordar Q’Dor, que estava desmaiado. Não abririam esta porta novamente, não com aquela criatura do outro lado. O calvo guerreiro, aos tropeços, ergueu a picareta da clériga e pôs abaixo a porta que havia sido trancada pelo mecanismo. Retornando à sala inicial, onde seus animais estavam e vendo-os bem, decidiram partir dali o mais rápido possível.

Eis que vêem, fora da masmorra, um dos homens-lagarto caindo ao chão e correndo, provavelmente vindo da estrutura que fazia olho para a forma de rosto em que estavam. Descendo atrás do sibilante, mas mudando o curso ao detectar com suas antenas os cavalos, mais apetitosos, veio o ser quitinoso, fazendo cliques e claques com suas mandíbulas poderosas. Vanael disparou seu arco, acertando a centopeia na cabeça, seguido por Baden, que se pôs-se a atacar a criatura. No final, Muriel a atingiu com seu último míssil mágico e pôs fim à ameaça.

Achariam mais à frente o cadáver do homem-lagarto, posto sem vida pela peçonha da centopeia.

Prudência

Não achando seguro ficar ali, decidiram pernoitar, pois já era hora das estrelas despontarem no horizonte. Escolheram um local perto dali, mas longe o suficiente da entrada e armaram acampamento.

Eis que ao raiar do sol, na vigília de Bastian e Vanael, uma grotesca forma surge contra a luz matutina. Escondidos e protegidos pela formação rochosa, observam um grande ogro banquetear-se com os orcs chamuscados por Yusuke anteriormente. Todos assistem horrorizados, pensando nas horríveis mortes que teriam ao serem descobertos pela criatura.

Muriel toma a dianteira e dispara montada em seu cavalo cinzento, acabando por surpreender a criatura. É seguida por Latiffa, que consegue passar sem problemas pelo golias. Q’dor liberta a mula de Baden de seu fardo e dá-lhe um açoite nas ancas, sendo atingido por um coice. A estratégia funciona, a mula, em disparada, atrai a atenção do ogro que a ergue do chão pelo pescoço.

Eis que Bastian arremessa um frasco de óleo em seu rosto, enquanto Baden acende um pano embebido em álcool na flecha de Vanael, que encontra seu destino e imola o ogro besuntado. O fogo se alastra e, com dor e muita raiva, o ogro arremessa sua clava no cavalo de Latiffa, quebrando sua perna e fazendo com que a clériga tenha que se jogar ao chão para evitar o pior. O monstruoso ser corre em sua direção e por pouco não a esmaga com um soco.

Bastian atrai a atenção do ogro mostrando seu traseiro. Ogros possuem uma terrível predileção por carne élfica e de halflings e parte em carga contra o pequeno ladrão. Vanael tenta um novo disparo, mas erra. Neste momento, Baden e Q’dor põe-se em carga contra o ogro. O ataque de Baden conecta com o monstro, mas o potente punho deste levanta o bárbaro do chão e o arremessa alguns metros atrás. Com seu rosto já derretido pelo fogo, o ogro vai ao chão quando Latiffa o acerta com a maça no joelho, esfacelando os ossos e sua vida. O golias pára a alguns centímetros de Bastian.

Finalmente podendo procurar por ervas e se prepararem para o novo dia que se apresentava, arrastam o cavalo inconsciente de Latiffa novamente para dentro da masmorra, improvisando uma porta com o corpo da centopeia gigante. Da mula de Baden nem a sombra se via.

Mais ao fundo, mais ossos

Ao terem recolhido a pele de urso que o ogro carregava, decidem revisitar a sala secreta que haviam encontrado inicialmente, a mesma que atearam fogo ao limo verde. O local estava coberto de cinzas e liberto da fumaça tóxica. Resolvem continuar a exploração e se deparam com uma sala onde cinco esqueletos com vassouras jogavam cartas.

Dessa vez os esqueletos apenas batem a poeira de seus corpos com as cerdas da vassoura e retomam o jogo. Sem mais atrasos, seguem tumba adentro e encontram uma estátua dedicada a um deus antigo e desconhecido por eles, em formato de um corpulento homem, com asas de morcego e feições de polvo. Q’dor ouve vozes em uma língua alienígena e por pouco escapa à influência do ídolo.

Observam então um esqueleto de um aparente saqueador e um archete, semi-aberto, onde há muito ouro. Baden quase o apanha, mas Latiffa o impede, afirmando ser uma armadilha. Ao final do corredor, uma porta com uma boca de gárgula, com finos e afiados dentes, parecendo ser a única maneira de abri-la. Bastian toma por ideia usar a mão decepada do homem-lagarto para testar se há alguma armadilha. Correndo com velocidade o caminho de volta para alcançar a mão do sibilante, acaba sendo perseguido pelos mesmos esqueletos que os haviam ignorado e grita por ajuda.

Do topo da escada para a sala do limo, Bastian prende a atenção dos esqueletos enquanto seus companheiros terminam por devolver-lhes ao descanso eterno. A luta não foi sem seus problemas. Baden havia tomado a vassoura de um dos esqueletos, mas acidentalmente acertou Bastian nos testículos. O halfling irá se lembrar disso.

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A Tumba de Nesta - Parte 2
Onde o tiro sai pela culatra

A passos cuidadosos

Ao final do combate contra os orcs, após estabilizarem Baden Urquell e Q’Dor, a porta da sala se fecha sozinha. Bastian e Yusuke Suzuki vão investigar e detectam um mecanismo automático de engrenagens que fechou a porta, sem chance de abrir do lado que ficaram presos. Com os esqueletos que Latiffa Laqüiin havia afastado ainda no cômodo ao lado, os ladrões decidem despachá-los antes de tentar levantar acampamento, o que fazem com facilidade.

Porém, a porta contra a qual os esqueletos se debatiam prova-se ser além da capacidade dos ladrões para arrombarem. Ainda investigando as passagens no próximo aposento, descobrem uma sala repleta de urnas com líquidos dentro. Muriel identifica um deles contendo ácido e antes que tentem verificar os outros ou apanhar as pedras e ouro depositadas no fundo dos vasos, resolvem descansar.

E quando Latiffa senta-se no banco de madeira do cômodo e o quebra, mais três esqueletos saem do quarto ao lado para varrê-la. O combate com os esqueletos não é tão dificultoso, com a própria Latiffa atacando com sua maça, de onde havia caído sentada, e Vanael conseguindo destruir um dos esqueletos com sua espada. A sala de onde os esqueletos saíram está repleta de vassouras e uma poça d’água no chão. Com todo o cuidado do mundo, Bastian e Yusuke testam de todas as formas possíveis se a tal poça era inofensiva. Quando determinam que é seguro, acomodam-se como podem no local e descansam até o dia seguinte.

O terror do fogo

Eis que, recuperados, decidem investigar as urnas. Entre as urnas que funcionam como recipientes, de ácido, água e óleo, numa encontram um perigo que quase põe a vida de Yusuke em risco. Derrubando a urna e indo de encontro aos ladrões de tumba, um cubo gelatinoso filhote procura envolvê-los. Muriel consegue arremessar sua adaga na criatura, ela parece flutuar no ar ao invés de cortar carne. Em conjunto, Q’dor e Bastian derrubam o jarro de óleo em cima do ser gelatinoso e ateiam fogo.

A criatura, em meio às chamas do óleo, parece não se importar e os segue, forçando-os a correr de volta ao cômodo anterior. Porém, as chamas cobram seu preço, e a flecha de Vanael sela o destino do cubo gelatinoso, que se desfaz em uma poça de ácido orgânico. Com a sala ainda em chamas, Q’dor e Yusuke investigam as urnas e usam a água para apagar o fogo.

Enquanto isso, de volta à sala das teias no teto e com os altares, os outros vasculham em busca de algum segredo que os permita reabrir a porta. A fumaça do fogo apagado por Yusuke e Baden chega a essa sala e Latiffa percebe que ela escapa por uma fresta atrás do altar a Zohar. Bastian investiga o mecanismo da porta secreta e consegue abri-la.

Eis que o halfling se assusta com o que seus olhos vêem: no corredor secreto, uma escada escavada na pedra leva a 5 homens-lagarto. Bastian larga a porta, que se fecha com força. Os outros, atraídos pelo som, vão verificar e o pequenino nada escuta do outro lado da porta. Abrindo-a novamente, percebe que os homens-lagarto não se moveram. Determinando que são estátuas, Bastian pede a Baden que esteja pronto para abrir a porta caso seja uma armadilha como a porta pela qual entraram nesta sala.

O halfling adentra o corredor e quando tenta abrir a porta por dentro, ouve o som dos homens-lagarto, agora não mais de pedra, atrás no patamar da escada. Abrindo com celeridade a porta e a batendo novamente, todos se preparam para o combate.

Baden se coloca para manter a porta aberta, esperando fechar na cara dos homens-lagarto quando eles passarem, mas os reptilianos são mais rápidos e quase matam o bárbaro. Muriel, que havia acertado um deles com seus mísseis mágicos, recebe uma de suas lanças no ventre, quase decaindo para o sono eterno, mas ainda resistindo. Baden consegue soltar a porta, que ouve-se quebrar o focinho de um dos homens-lagarto. Há o som de confusão quando os reptilianos tentam abrir a porta e o som se distancia.

Yusuke prepara a bola feita de pasta explosiva para ser arremessada. Quando Q’dor abre a porta, apenas um pouco para que o oriental possa realizar seu arremesso, o ladrão percebe que um dos homens-lagarto havia retornado à pedra e os outros pareciam confusos. Porém, o arremesso é falho e ambos o guerreiro e o ladrão são pegos nas chamas e caem gritando com a pele em chamas.

Latiffa consegue salvar a vida de seus companheiros, mas a dor foi tão grande que ambos estão desacordados com o choque. Com a porta novamente fechada e talvez em pior situação que antes, somos deixados a imaginar qual será a sina desses destemidos que buscam descobrir os segredos de Nesta.

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A Tumba de Nesta - Parte 1
Onde tivemos feitos incríveis e falhas terríveis

Uma jornada tranquila

Ao raiar do dia, Yusuke Suzuki se encontra com a Guilda da Curtição para planejarem os próximos passos. Após se reestocarem de suprimentos e perceberem como o comércio da região tem decaído com as mazelas da guerra, decidem partir para a Tumba de Nesta, seguindo o mapa dado por Neme Finório.

Por três dias caminharam a nordeste, seguindo para as montanhas Udrai Kahal, parte da cordilheira leste do Vale Invernal. No final do quarto dia conseguiram atingir, com certa dificuldade, a região demarcada no mapa. Em um platô acidentado viram as formas do local onde estaria enterrado o grande ladrão Nesta, uma formação com o semblante de um rosto sorridente, para aqueles de imaginação que conseguiam ver tal forma.

Porém, não estavam sozinhos ali. Os olhos de Vanael perceberam um grupo de 11 orcs acampados próximos à entrada da tumba. Planejaram um ataque furtivo, com Bastian e Yusuke Suzuki portando a pasta flamejante feita com as glândulas dos besouros de fogo. Mas eis que ao se aproximarem, os orcs percebem sua presença e põe-se às armas.

A agilidade de Yusuke, ou teria sido sua sorte, é maior que a capacidade dos orcs se erguerem de seu repouso. Com uma rápida girada de sua funda, sua carga flamejante acerta em cheio na fogueira dos orcs, espalhando chamas pelo acampamento e carbonizando as criaturas com focinho porcino. O deslocamento de ar da explosão gera um vento pelo vale no alto, e com medo de terem sido ouvido por outras formas de vida, adentram a tumba de Nesta.

Nos salões do senhor dos ladrões

Após examinarem a fonte seca e a estátua de bronze de Nesta, numa pose confiante e satisfeita, na entrada, penetram no salão interno, com colunas marcadas com cenas de trapaçarias, enganações e pegadinhas. Bastian encontra numa das colunas a marca de uma porta, facilmente pressionável, que faz uma lajota do chão deslizar e revelar uma escada de pedra. Com a lanterna furta-fogo em mãos, Bastian segue em frente, sendo seguido por Yusuke carregando a tocha e os outros atrás.

Mais à frente na escada, uma parede de pedra se revela a outra porta secreta da escada. Deslizando a porta, encontram uma sala completamente tomada por um limo esverdeado, do chão às alcovas nas paredes e pingando do teto, com um odor forte de mofo e que irrita suas narinas. Muriel identifica o perigo à frente, o temido limo verde! Bastian testa as propriedades do limo e perde uma adaga, corroída pela colônia de criaturas.

Quando Yusuke resolve atear fogo ao limo, uma corrosiva fumaça é expelida. Todos correm para o andar superior, debatendo-se na escada, mas o pior fica para Bastian, Yusuke e Vanael, que não conseguiram prender a respiração a tempo e inalaram muito da fumaça, ficando prejudicados em sua respiração, com os pulmões queimando e os olhos ardendo.

Tendo determinado que o salão era um local melhor para deixar suas montarias que ao relento das perigosas montanhas, puxam os cavalos, mulas e pôneis para dentro. Resolvem seguir tumba a dentro, acabando por ter que forçar a porta leste do salão principal, um feito que Q’Dor consegue com facilidade. Um som de clique é ouvido da porta e com preocupação adentram o salão de adoração.

Cercado por colunas como a sala anterior, porém sem as marcas, as tenebrosas teias que cobrem o teto chamam sua atenção, mais até que as estátuas de Zohar, deus dos ladrões, na parede norte, e a estátua de Vahlar, na parede sul. Latiffa Laqüiin e Muriel resolvem derramar na bacia de oferendas a Vahlar uma das garrafas com sangue de warg, achando apropriado para uma oferenda. Mas eis que Baden Urquell discute com Latiffa e acaba atraindo atenção indesejada.

Da outra porta na sala, entram com pressa 7 orcs, com pesados machados, pegando os aventureiros de surpresa, menos Yusuke, que com seus reflexos despacha um dos orcs com uma machadinha no meio da testa.

O combate se inicia, com dificuldade entre as sombras projetadas pelas luzes de tochas e da lanterna e as colunas. Com Vanael e Q’dor cercados por 4 dos orcs, 2 em cima de Muriel, Baden e Latiffa e o restante com Bastian e Yusuke, a sorte parecia tê-los logo abandonado. O primeiro a sofrer foi Vanael, com parte de sua armadura e barriga destroçados por um machado. Latiffa, ainda com as mãos ensanguentadas pela oferenda, perde o balanço da arma, bem como o bárbaro Baden.

A situação se complica quando Q’dor tem sua lança partida e tem o braço mutilado por um dos orcs, sendo em seguida acertado nas costas com um poderoso golpe e lançado ao chão. E atraídos pelo barulho da luta, aparecem pela mesma porta dois esqueletos portando vassouras que começam a atacar os orcs.

Quando Q’dor já estava convulsionando no chão, Muriel consegue correr, desviando habilmente de uma machadada rolando no chão e aplica parte do sangue de warg na ferida das costas do seu guarda-costas, impedindo que a hemorragia o matasse. Latiffa usa seu poder da fé para afastar os mortos-vivos para a sala de onde vieram, enquanto Baden ergue um dos orcs com sua espada trespassando seu ventre.

O último orc vivo se rende, tentando gesticular que seria um bom ajudante. Ao ver que Baden não concordava e pretendia matá-lo, o orc revida cravando seu machado no bárbaro, que cai. Vanael crava uma flecha no meio dos olhos do orc, selando seu destino e permitindo que Latiffa não deixasse Baden ir para o outro mundo.

Certamente um inesperado e difícil combate contra habilidosos orcs ladrões de tumba, mas o que mais os espera no interior da Tumba de Nesta?

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Uma recusa, um aceite
Onde um sacrifício não ocorre

Ritual Interrompido

É o dia do ritual de imolação de Vahlar. Sabendo que poderia ser perseguido pelos guardas por ter sido capturado na noite anterior, Yusuke Suzuki permanece escondido no quarto da estalagem Águia Gritante até que tragam para ele uma capa para poder se esconder. De fato, a guarda aparece na estalagem, mas Lars Boon os despista.

Durante o dia, Latiffa Laqüiin se encontra com o tenente James Trevor, visivelmente punido por seus superiores pela fuga de Yusuke, Riniades e os outros prisioneiros. Latiffa começa a questionar sua própria fé ao se lembrar de sua família e o que está acontecendo com os outros à sua volta.

Ao final da tarde o ritual se inicia. Num altar de madeira erguido no centro da cidade, a pira de imolação é acesa e os devotos iniciam sua procissão, queimando objetos relacionados a dificuldades que superaram e se mostraram superiores, oferendas a Vahlar e pedidos de proteção. Vacas são sacrificadas em nome de Vahlar e seu sangue é usado por Latiffa para abençoar devotos.

Porém, na falta de sacrifícios humanos, um forte vento sopra, apagando tochas e balançando a pira funerária. A população de Belars entende isso como um mal presságio e começa a se revoltar contra o Barão Felks, exigindo dele respostas para a fuga dos prisioneiros. Contrariado e acuado, o Felks oferece um saco com muitas peças de ouro para a imolação, aplacando a fúria de Vahlar e da população, que segue descrente em seu novo senhor.

O Barão se encontra com os membros da Guilda da Curtição ao final dos rituais e deixa bem claro que eles devem obter sucesso na busca do sino de Sir Valérius, ou haveria problemas.

Uma viagem só de ida

No dia seguinte ao ritual, a Guilda da Curtição parte para Hamming com Yusuke disfarçado. A viagem de dois dias para Hamming corre tranquilamente. Mas quando chegam à cidade, percebem que as coisas não estão como deveriam.

Hamming foi uma das cidades mais prejudicadas pela intervenção de Volstagrad. Sua milícia foi fortemente afetada e os corruptos que permitiram a facilitação da tomada da cidade estão agora a controlando, em disputa com a guilda de ladrões local e gangues menos organizadas.

E é em Hamming que Yusuke se encontra com Neme Finório. Na taverna O Velho Ancião, enquanto o resto da Guilda da Curtição conversa com o condestável, visivelmente bêbado e aberto a pequenas corrupções, Neme conta a Yusuke que nem tudo é o que se parece naquela cidade, devendo tomar cuidado com a sua própria sombra.

Yusuke parte em busca da zona de meretrício da cidade, sendo seguido tardiamente por um embriagado Baden Urquell e o condestável. Baden, menos habituado a cidades dominadas por gangues, acaba sendo cercado por bandidos que demandam suas posses, enquanto o oriental está a conhecer a prostituta Raio de Luz, uma das vítimas do empobrecimento de Hamming, marcada em seu rosto por um ex-marido abusivo.

Baden despacha com facilidade seus agressores, dividindo um deles ao meio com sua montante. O condestável, embriagado, vomita ao ver a violência e também é despachado pelo violento bárbaro, considerado fraco e corrupto. Os gritos de morte chamam a atenção dos guardas e sua distância de Latiffa a põe em alerta para procurá-lo. Baden consegue esconder-se nos becos até a situação se acalmar e ser arrastado para a taverna de volta por Latiffa.

No dia seguinte, são recebidos por um dos membros do conselho da cidade, o senhor Collins, que os põe a par da história de Sir Valérius e do sino que Hamming fez para Belars e da estátua do Conde Karhn que Belars fez para Hamming. Collins vai acompanhando na carruagem que leva o sino até Belars. Yusuke decide permanecer em Hamming, já que é procurado na cidade-irmã.

Problemas atrasados

E transcorrem os primeiros eventos relatados, do ataque de goblins… (ver O início de tudo)

Quando chegam em Belars com o Sino de Sir Valérius e a notícia de ataques de goblins, o Barão Felks é pressionado a tomar medidas, já que é o segundo indício de movimentação dos goblins das montanhas, o primeiro tendo sido o ataque do warg desgarrado em Kelt.

Relutante em tomar uma decisão, o barão decide que a Guilda da Curtição deveria seguir para as Terras Marginais e procurar o comendador Conaldhan, para exigir respostas, deixando em suas mãos a decisão de recompensar a guilda. A Guilda, insatisfeita, pressiona o barão para ceder-lhes equipamento para poder realizar a missão, e Felks cede, insatisfeito.

Bastian e Q’Dor decidem esperar pelo dia seguinte para obterem o dinheiro da venda da argentita a Parnalin, o ferreiro da Bom Ferro Frio, já que ainda não havia recebido sua remessa e temia pelos rumores de mortos-vivos nas ruínas de Valdran, a primeira cidade da região de Belars a se opor à invasão Volstagradiana. Acabam por repousar novamente na Águia Gritante.

Enquanto estão fazendo o desjejum, o barão e seus homens os encontram no salão comunal da Águia Gritante, juntamente com os Filhos de Kelvin. Felks, visivelmente irritado com a demora do grupo em partir para resolver sua demanda, anuncia uma recompensa para os Filhos de Kelvin caso decidam assumir a missão. Estes aceitam, mas para a surpresa do barão, a Guilda comemora, já que seus desafetos estariam saindo da cidade.

Quando chegam na Bom Ferro Frio para recuperar o dinheiro da transação, são cercados pelo barão e seus homens. São obrigados a devolver os equipamentos cedidos pela milícia e só não perdem o dinheiro porque Bastian consegue se esconder atrás do balcão com alguns dos sacos.

Irritados com o Barão Felks, a Guilda da Curtição abandona Belars e volta para Hamming, onde são recebidos por um homem encapuzado fumando um cachimbo. Este revela-se Yusuke, visivelmente adaptado à cidade e com novidades: os homens de Neme Finório encontraram indícios de onde estaria a tumba de Nesta, um famoso ladrão, nas montanhas a nordeste de Hamming.

Preciso de uma montaria…

Porém, estas não são as únicas novidades que Yusuke tem para a Guilda: os Filhos de Kelvin se encontram na cidade. Quando a Guilda chega na Velho Ancião, apenas o elfo está lá. Com os cavalos amarrados do lado de fora, Yusuke coloca o anel druídico de Muriel e vai tentar roubar os cavalos. Dos animais, o mustang altivo ele reconhece ser do elfo Mezlo, o malhado caipira reclamão do bárbaro Norrin e o pretinho silencioso de Kracky, o encapuzado.

Porém, com o barulho dos cavalos reclamando do roubo, Mezlo sai da taverna correndo a ponto de ver Yusuke fugindo com o pretinho. Mezlo não é rápido o suficiente e sua magia não tem mais o ladrão como alvo, acertando uma casa. Eis que do bordel surgem Norrin, Kracky e o anão Krago, envoltos apenas em toalhas. A discussão começa, às vistas da Guilda da Curtição.

Quando o corrupto condestável aparece para ouvir o que Mezlo e os Filhos de Kelvin tinham a falar, Mezlo culpa a Guilda da Curtição. Baden começa a provocar Norrin e os outros e quando tudo parecia se direcionar à violência, o cafetão chega, cobrando a fuga dos Filhos de Kelvin. Com o condestável em seu bolso, os Filhos de Kelvin em má situação, a riqueza dos homens de toalha é posta em risco. Vinganças são prometidas.

É uma bela noite de risos para a Guilda da Curtição, enquanto Yusuke aproveita a luz azulada de Lamare e seus anéis com seu novo cavalo preto ao relento.

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