Old Dragon - Galerinha

O sumiço das crianças de Lindley - Parte 2

Onde costelas e espíritos são quebrados

Após encontrarem a estranha inscrição na pedra mencionando Cthulhu, um dos Deuses Antigos, a Guilda da Curtição segue adiante na exploração do estranho covil dos kobols. Em uma sala, Baden Urquell encontra um ovo flutuante que, quando tocado, cai no chão quebrando e liberando uma energia que o penetra e o faz se sentir revigorado e mais experiente.

Mais adentro, explorando o local, encontram uma sala onde seu eco é transformado em latidos, ganidos e palavras que lembram as vozes. Sua experimentação chama a atenção de uma patrulha kobold, rapidamente despachada. Um único sobrevivente é coagido a mostrar-lhes o caminho para as crianças. Mas são traídos.

O kobold se sacrifica ativando uma armadilha que dispara um gás mostarda que persegue a Guilda da Curtição. Pondo-se a correr do gás que os persegue, a guilda praticamente se joga em um buraco, descendo pela corrente de ferro que pende do teto para um nível inferior. Q’Dor tropeça e o gás corrói sua carne, além de derreter o elo da corrente, fazendo com que os outros despenquem.

Estranhos deuses

Caindo em uma sala com três alavancas e uma estátua de obsidiana representando um alto homem nu, a guilda se vê forçada a lutar contra um golem de pedra. Coragem, a familiar de Muriel ajuda a maga a canalizar suas magias contra o espírito preso na estátua, arremessando uma esfera flamejante contra a criatura. Q’dor despenca atacando o gigante de obsidiana e as flechas de Vanael pouco efeito têm sobre ele.

Latiffa Laqüiin é acertada pelo poderoso soco do golem, indo parar desacordada sobre as alavancas, enquanto seus amigos correm para tentar impedir sua vida de escapar da mortalha terrena. Q’dor acaba perdendo seu escudo-torre para o golpe do golem, que, atacado por todos, parece estar falhando em sua missão de protetor. Vanael é quem dispara a flecha certeira, encontrando a rachadura que faz o espírito preso ser libertado e a estátua ruir em escombros.

Bastian escolhe sabiamente a alavanca que abre a porta para a próxima sala, um lugar desconexo com a região onde estavam. Diversos hieroglifos preenchem as paredes e duas estátuas, uma de um homem com cabeça de cachorro e outra com um homem com cabeça de falcão, adornam os cantos. Duas portas e um buraco perto da parede sul completam os achados nesta sala. De dentro da cabeça das estátuas saltam duas gosmas em direção à face dos curiosos. Conseguindo desviar, as gosmas são rapidamente eliminadas.

Um das portas que este estranho templo lhes oferece se mostra ao halfling como uma armadilha. Uma rampa se abre quando Bastian propositalmente a ativa e um barulho de água ao final, após tacarem uma pedra, os faz resolver verificar a outra sala antes.

Nesta sala menor, encontram uma espada mal tratada, com cabo quase podre. Muriel verifica que magia emana da espada e Q’dor, estando limitado em suas armas pelas lutas anteriores, resolve ficar com o novo achado. A lâmina parece fazer sua mão travar, ficando levemente dormente e paralisada, mas com um pouco de esforço ele a faz se soltar. Enrolando a mão em um pano, guarda a espada mágica na bainha e finalmente prestam atenção na estátua que adorna a outra parede da sala. Um homem atarracado, de pernas tortas e sorridente.

Yusuke Suzuki identifica os deuses representados naquela seção como pertencentes às culturas dos desertos do oriente, mas o que fariam tão distantes? Qual sua relação com os kobolds que estão raptando as crianças de Lindley?

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